O senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente da CPI do INSS, disse que irá entrar com um mandado de segurança no STF (Supremo Tribunal Federal), na próxima semana, caso o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), não paute o pedido de prorrogação do grupo.
Em ofício enviado à presidência do Senado, na última segunda-feira (23), Viana disse que já foi dado entrada no requerimento com o número suficiente de parlamentares, atendendo às exigências regimentais, para a sua renovação.
“Diante disso, solicito a adoção das providências cabíveis para o regular prosseguimento da solicitação, com vistas à formalização do ato de prorrogação do prazo de funcionamento da CPI pelo período requerido”, escreveu Viana.
Ele afirmou, porém, nesta quinta-feira (26), que Alcolumbre não fala com ele há um mês e que está fugindo dele “que nem o diabo foge da cruz”.
A apresentação do relatório final da comissão está prevista para o dia 23 de março, e deve ser finalizada no dia 28. Viana tenta a sua prorrogação por ao menos mais 60 dias.
Na última semana, ele afirmou que o grupo tem “a Constituição a nosso favor, mas que o pedido nem foi protocolado ainda para ser lido”.
“Há uma manobra administrativa interna para que ele não avance. Nós temos o direito de que ela permaneça. Esperava mais cooperação”, declarou
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