Se tudo der certo, nesta quarta-feira (1º) a Nasa vai lançar a missão Artemis 2, a primeira viagem de humanos aos arredores da Lua desde a Apollo 17, em dezembro de 1972.

Quase 54 anos depois, além da tecnologia de construção dos foguetes, o mundo em que vivemos também não é o mesmo. A população mais que dobrou de tamanho, os carros atuais mais parecem naves espaciais se comparados aos daquela época e as obras-primas do cinema e da televisão hoje são cult.

Mas uma coisa não mudou: a presença dos Estados Unidos em disputas bélicas, como as guerras Fria e do Vietnã naquela época e a do Irã atualmente.

Confirma abaixo 15 eventos que marcaram 1972 ou estavam em curso naquele ano.

Disputa EUA x China e Watergate

Em plena Guerra Fria, os americanos estavam o auge da disputa com a então União Soviética para ver quem era a potência mais dominante no mundo.

Comandados por Josef Stálin, os soviéticos fizeram uma aliança de cooperação com os chineses nos anos 1950. Mas, com a morte de Stalin em 1953, Nikita Khrushchev assumiu o poder e começou a desmontar o stalinismo.

A China não aceitou as mudanças, dando início a uma cisão, aumentando as tensões ao longo da fronteira entre os dois países.

Aproveitando a oportunidade, o presidente dos EUA, Richard Nixon, visitou a China em 18 de fevereiro de 1972, normalizando relações com o então presidente chinês, Mao Tsé-Tung, e o primeiro-ministro, Zhou Enlai, conquistando mais um aliado na disputa pelo poder mundial.

Naquele mesmo ano, Nixon foi alvo de um dos maiores escândalos político do país: o escândalo de Watergate.

Dois jornalistas do jornal The Washington Post começaram a investigar uma rede de espionagem mantida pelo presidente.

Com as informações divulgadas pelo jornal, Nixon passou a ser investigado pelo FBI e tentou obstruir as apurações. Ele acabou renunciando em agosto de 1974.

Incêndio no edifício Andraus

Em 1972 ocorreu uma das maiores tragédias de São Paulo: o incêndio no edifício da Pirani, que ficou conhecido posteriormente como edifício Andraus, no centro da capital, deixando 16 mortos e 330 feridos.

O fogo começou às 16h20 de 24 de fevereiro, no terceiro andar, na seção de crediário da loja de eletrodomésticos Pirani, que ocupava 5 dos 27 andares do prédio. Em menos de dez minutos o fogo já se propagara para os andares inferiores e, logo em seguida, mais lentamente, para os de cima.

Isoladas pelas chamas nos andares de baixo, muitas pessoas que estavam no prédio (onde funcionavam entre outras empresas a Shell, Petrobras, Siemens e a Companhia Varejista de Seguros) subiram até o terraço, antevendo a possibilidade de uma salvação pelo heliporto. Por sinal, o heliporto foi o primeiro desse tipo instalado em São Paulo.

Durante o incêndio, 11 helicópteros de órgãos públicos e empresas privadas resgataram quem estava no topo do edifício. Foram 300 ao todo, segundo estimativa da Secretaria da Segurança Pública na época.

O primeiro episódio de ‘Chaves

O seriado “Chaves” teve o seu primeiro episódio transmitido pelo canal 8 do México em 1972, então como uma esquete (cena cômica de curta duração) dentro do programa “Chespirito”, também criação do comediante Roberto Gómez Bolaños.

Na versão original, o personagem principal, representado por Bolaños, é apelidado de El Chavo, que significa “o garoto” ou “o menino”. Ele é um menino órfão de 8 anos que vive em uma vila e interage com os demais personagens. Em humor pastelão, o seriado explora os problemas que muitas crianças pobres enfrentam, como fome, tristeza, solidão e falta de atenção.

Na primeira esquete só apareceram os personagens Chaves, Chiquinha e Seu Madruga. Nos subsequentes, entraram em ação Dona Florinda, Quico, Professor Jirafales, Dona Clotilde (a Bruxa do 71), Seu Barriga, o carteiro Jaiminho e outros.

O sucesso foi imediato e “Chaves” ganhou destaque internacional no ano seguinte, quando os canais 8 e 2 se fundiram para formar a Televisa, o quadro deixou de ser esquete e se tornou um programa independente, que passou a ser exportado para toda a América Latina e Espanha. Ao todo, foram gravadas oito temporadas, com 312 episódios.

No Brasil, o seriado foi transmitido pelo SBT por 37 anos, entre 1984 e 2020 e depois entre 2024 e 2025. Atualmente, pode ser acompanhado pelo aplicativo +SBT e nos streamings Netflix, HBOMax, Prime Video e Globoplay.

‘O Poderoso Chefão’

Classificado pelo American Film Institute como o segundo maior filme do cinema americano, atrás só de “Cidadão Kane”, de Orson Welles, “O Poderoso Chefão” foi lançado em 24 de março de 1972 e se tornou a produção de maior audiência daquele ano e, por três anos, foi o de maior bilheteria de todos os tempos, sendo superado apenas em 1975 por “Tubarão”, de Steven Spielberg.

A obra de Francis Ford Coppola reuniu nomes como Marlon Brando, Al Pacino, Talia Shire, James Caan, Robert Duvall, Diane Keaton e John Cazale.

O filme ganhou três estatuetas no Oscar: melhor filme, melhor ator (Brando) e melhor roteiro adaptado. Houve ainda outras indicações, como ator-coadjuvante para Al Pacino, James Caan e Robert Duvall, e melhor diretor para Coppola.

Coppola dirigiu duas sequências do filme: “O Poderoso Chefão 2“, em 1974, e “O Poderoso Chefão 3“, em 1990.

O Patinho Feio brasileiro

Em 24 de julho de 1972, o então governador de São Paulo, Laudo Natel, o reitor da USP, Miguel Reale, e dom Ernesto de Paula inauguraram o primeiro computador brasileiro e da América do Sul, uma máquina de um metro de altura por um metro de comprimento construída por uma equipe da Escola Politécnica da USP.

Com apenas oito bits e 4 kbytes de memória —menos capacidade de memória do que uma simples calculadora atual—, foi apelidado pelos projetistas de Patinho Feio. Ele também usava a linguagem Assembly e possuía uma unidade de fita de papel, impressora, terminal de vídeo e plotter.

Atualmente, os computadores pessoais possuem memória milhões de vezes maior e capacidade média que varia de 64 a 128 bits, que são as medidas de capacidade de armazenamento, velocidade de transmissão de dados (em bits por segundo) e a capacidade de processamento dos computadores.

No ano anterior, o professor da Poli Antonio Hélio Guerra Vieira soube que o governo federal tinha intenção de montar uma indústria de eletrônica digital para fazer computadores no país. Então, ele propôs a modificação no currículo de eletrônica da faculdade, que era totalmente voltado para eletrônica analógica e telecomunicações.

Aprovada a mudança, foi criada a disciplina de arquitetura de computadores, que passou a ser ministrada pelo professor americano Glen Langdon, que trabalhava na IBM. Como trabalho conclusão do curso, Langdon propôs que a turma projetasse um computador. A ideia foi bem recebida pelo então diretor da faculdade, Oswaldo Fadigas, que se encarregou de conseguir recursos.

Massacre na Olimpíada de Munique

O pior atentado da história olímpica também ocorreu em 1972, nos Jogos de Munique, na Alemanha.

No dia 5 de setembro, oito terroristas palestinos, representando o grupo Setembro Negro, invadiram a Vila Olímpica carregando bolsas com rifles, pistolas e granadas, mataram dois membros da delegação de Israel e sequestraram outros nove. Eles queriam trocar os reféns por presos políticos em Israel.

A ação policial para tentar libertar os reféns terminou em tragédia e todos foram mortos, assim como cinco terroristas e um policial.

Após 34 horas de luto, o então presidente do COI (Comitê Olímpico Internacional), o americano Avery Brundage, pronunciou que “os Jogos devem continuar”.

Naquela edição dos Jogos, o Brasil foi representado por 89 atletas e conquistou duas medalhas de bronze: Chiaki Ishii, no judô, e Nelson Prudêncio, no salto triplo.

1º título brasileiro na F1

Em 10 de setembro de 1972, Emerson Fittipaldi cruzou a linha de chegada do GP de Monza, na Itália, e sagrou-se campeão da temporada da Fórmula 1, a primeira de um brasileiro na categoria.

Aos 25 anos, 8 meses e 29 dias, ele também se tornava à época o mais jovem piloto a conquistar o título. A bordo de uma Lotus 72, venceu 5 das 12 etapas, na Espanha, Bélgica, Inglaterra, Áustria e Itália.

O GP Brasil daquele ano foi disputado em 30 de março e por pouco Emerson não subia no lugar mais alto do pódio. Ele liderou 32 das 37 voltas, mas teve que abandonar a prova por causa de um problema mecânico e a vitória ficou com o argentino Carlos Reutemann.

Outros dois brasileiros disputaram o Mundial de F1 em 1972. José Carlos Pace, pela Williams, conquistou três pontos e ficou na 18ª posição no campeonato. E Wilson Fittipaldi Júnior, irmão de Emerson, que correu pela Brabham, mas não pontuou.

Inauguração da rodovia Transamazônica

No mesmo mês em que Emerson conquistou o título em Monza, o comando da ditadura militar no Brasil inaugurou mais uma parte do seu propagandeado o milagre econômico.

No dia 27, o presidente Emílio Garrastazu Médici viajou até Altamira, no Pará, para inaugurar o primeiro trecho da rodovia Transamazônica, de 1.253 quilômetros, ligando Estreito (MA) a Itaituba (PA).

Considerada uma das mais importantes obras do regime militar, a Transamazônica é a terceira maior rodovia do país, com 4.223 quilômetros ligando Cabedelo, na Paraíba, a Lábrea, no Amazonas.

Hoje, a via corta os estados da Paraíba, Ceará, Piauí, Maranhão, Tocantins, Pará e Amazonas.

‘Debaixo dos Caracóis dos seus Cabelos’

Enquanto Médici tentava vender o “sucesso” da ditadura militar com obras Brasil afora, muitos artistas tinham de viver no exílio devido à perseguição política. E foi depois de uma visita ao exilado Caetano Veloso em Londres, na Inglaterra, que Roberto Carlos compôs uma de suas canções mais famosas: “Debaixo dos Caracóis dos seus Cabelos”.

Da forma como ele compôs, a música parece ser uma balada de amor, o que facilitou para passar pelo crivo dos censores do regime. Mas, na verdade, era uma mensagem cifrada para Caetano, consolando-o e falando do dia em que, finalmente, poderia voltar para casa e ser recebido de braços abertos por aqueles que o amavam.

Composta com o parceiro Erasmo Carlos em 1971 para o álbum “Roberto Carlos”, a música foi o destaque das paradas do sucesso do Brasil no ano seguinte, mas poucos sabiam da sua história. O próprio Caetano pôde acompanhar o seu sucesso após voltar do exílio, em janeiro daquele ano, após quatro anos na Inglaterra.

Para retribuir a gentileza do amigo, Caetano compôs “Como Dois e Dois” para Roberto, uma canção considerada um dos marcos de resistência cultural durante os anos de chumbo, usando da ironia para denunciar os abusos do regime.

Tragédia dos Andes

Em 13 de outubro de 1972 ocorreu um desastre aéreo na Cordilheira dos Andes que ficou conhecida como Tragédia dos Andes. O acidente inspirou filmes, livros e séries, além de um museu em homenagem aos passageiros.

O time de rúgbi Old Christians Club, de Montevidéu, no Uruguai, alugou o avião da Fairchild FH-227D, da Força Aérea Uruguaia, para levar os atletas, familiares e amigos para Santiago, capital do Chile, para um jogo.

Quando o avião se aproximava do destino, o copiloto, o tenente-coronel Dante Lagurara, que pilotava a aeronave, pediu permissão pelo rádio para aterrissar no aeroporto de Santiago. No entanto, ele e o piloto, o coronel Julio César Ferradas, identificaram erroneamente a posição do avião. Quando desceram abaixo das nuvens, não havia aeroporto, mas sim as montanhas. Caíram em um vale da cordilheira.

Das 45 pessoas a bordo, 33 conseguiram se salvar em um primeiro momento, mas tiveram de enfrentar o frio abaixo de zero da neve, além do ar rarefeito. Os sobreviventes usaram o avião destruído como abrigo, mas os suprimentos se esgotaram rapidamente e também tiveram de enfrentar a fome, conforme os dias iam passando.

Em certo momento, já esgotados e famintos, decidiram consumir a carne dos mortos, para tentarem sobreviver. Após 72 dias nas montanhas geladas, apenas 16 sobreviveram.

Odyssey, o primeiro videogame

Nos tempos atuais, as crianças sonham com um videogame PS5, com seus gráficos ultradefinidos que parecem realidade, som estéreo e velocidade de processamento, uma máquina que não se parece em nada com o primeiro console criado, 54 anos atrás: o Magnavox Odyssey.

Criado pelo engenheiro americano-alemão Ralph Baer no final da década de 1960, o Odyssey não tinha imagem colorida nem gráficos elaborados. Eram apenas algumas caixas brancas em uma tela preta, sem texto nem instruções. Para entender o que precisava ser feito, o jogador precisava consultar o manual.

O console era uma caixa que podia ser conectada a um aparelho de TV. Ao console, eram ligados dois controles retangulares com botões circulares, que os jogadores giravam para controlar o jogo.

O jogo de tênis do Magnavox, inclusive, serviu de inspiração para o jogo Pong, do Atari, criado inicialmente em formato arcade (máquina de jogos) e depois também transformado em console para uso residencial.

Na caixa do Odyssey vinha o console, seis cartuchos, dois controles, um manual de instruções, um conjunto de máscaras plásticas para a tela da televisão e outros materiais de apoio.

A primeira tomografia computadorizada

A tomografia computadorizada, uma das inovações que transformaram a medicina, foi apresentada ao mundo em outubro de 1972 por seu inventor, o engenheiro britânico sir Godfrey Hounsfield.

Diante de uma audiência de 2.000 pessoas na reunião da Sociedade Radiológica da América do Norte, em Chicago, ele foi aplaudido de pé. Em 1973, os primeiros tomógrafos computadorizados estavam sendo usados clinicamente, primeiro para o cérebro e depois, após modificações, para imagens de corpo inteiro.

Hounsfield concebeu a ideia da tomografia computadorizada durante uma caminhada de fim de semana em 1967. Ele começou a pensar como seria possível determinar o que havia dentro de uma caixa fazendo leituras de todos os ângulos por meio de raios X.

Em seu laboratório, ele começou a trabalhar em um dispositivo computadorizado capaz de processar centenas de feixes de raios X para obter uma imagem bidimensional dos tecidos moles dentro de um organismo vivo. Ao registrar em sensores em vez de filme de raios X e tirar múltiplas imagens de uma fonte de fótons rotativa, uma série de “fatias” foi fotografada, mostrando as diferentes densidades dos tecidos.

Fazendo uma série dessas fotografias em intervalos curtos, ele percebeu que era possível obter uma imagem tridimensional. Logo, testou o equipamento na cabeça de uma vaca e no próprio cérebro, tornando-se o primeiro homem vivo a passar pela tomografia.

Hounsfield, que não tinha diploma universitário, recebeu o prêmio MacRobert do Conselho de Instituições de Engenharia em 1972, um prêmio Lasker e a admissão como membro da Royal Society em 1975, o título de CBE em 1976, um prêmio Nobel em 1979 e o título de cavaleiro da Coroa Britânica em 1981.

Lançamento do Opala cupê

Lançado no segundo semestre de 1971, a versão cupê do Chevrolet Opala se tornou o xodó dos brasileiros no ano seguinte devido ao seu apelo esportivo e design exclusivo “hardtop”, sem a coluna “b”, a coluna estrutural que separa as janelas dianteiras das traseiras. A inovação foi adotada posteriormente pelo Dodge Dart e pelo Corcel.

O Opala tinha duas versões: SS (Super Sport) e GL (Gran Luxo), com motores 6 cilindros de 4100 cc. Os modelos seguintes foram o Especial e o De Luxo, com motores de 4 cilindros de 2500 cc e 6 cilindros 4100 cc, aposentando o motor 3800.

Essa versão foi primordial para atrair o público jovem, o que garantiu a ele o título de Carro do Ano pela revista Autoesporte.

Hoje em dia, com o desenvolvimento da tecnologia automotiva e os novos carros elétricos, o Opala é como uma peça de museu ou de um colecionador.

População mundial

Nos últimos 54 anos, a população mundial mais que dobrou de tamanho, inclusive a brasileira. De acordo com o Censo Demográfico do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) de 1970, o país tinha 94.508.583 habitantes. Dois anos depois, a projeção era que o número estivesse ultrapassando a marca dos 100 milhões.

No Censo 2022, o IBGE registrou que a população havia atingido 203.080.756. E a projeção para 2025 é de cerca de 213.400.000. Considerando este último número, é um aumento de 125% em relação a 1972.

Já a população mundial em 1972 era de cerca de 3,84 bilhões de habitantes. Em 15 de novembro de 2022, a Terra cruzou a marca de 8 bilhões de habitantes e no início de 2026, segundo projeção da ONU (Organização das Nações Unidas), o número chegou a 8,3 bilhões.

Guerra do Vietnã

Em 1972 os americanos ainda estavam em meio a um dos conflitos armados mais traumáticos da história do país, a Guerra do Vietnã (1959-1975). No cenário da Guerra Fria, o país do leste europeu se tornou o palco do combate entre o Vietnã do Norte, socialista, e o Vietnã do Sul, capitalista.

Como o Norte era apoiado por União Soviética e China, os EUA inicialmente forneciam armamento para os sulistas. Em 1965, porém, vendo os oponentes ganharem terreno, os americanos entraram definitivamente na guerra.

O Exército americano usou a tática de bombardeamento de grandes áreas com armas químicas, queimando tudo, inclusive civis desarmados, o que gerou uma onda de revolta e provocou grave contaminação no solo do país, que perdura até hoje em muitos locais. É estimado que tenham morrido no Vietnã de 1,5 milhão a 3 milhões de pessoas.

Nos Estados Unidos, as famílias traumatizadas choravam a morte de soldados, o que aumentou a pressão sobre o presidente Richard Nixon.

Esses fatores levaram Nixon a negociar um cessar-fogo com o governo do Vietnã do Norte.

O acordo, conhecido como Acordos de Paz de Paris, foi assinado no dia 27 de janeiro de 1973 e oficializou a saída dos Estados Unidos da guerra, que deixou 58 mil soldados americanos mortos.

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