A reunião convocada pelo presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Edson Fachin, com membros do Congresso, TCU e Procuradoria Geral da República para discutir os penduricalhos está longe de resolver os atritos nos Poderes.
Entre os presentes no encontro, alguns defenderam que o Congresso Nacional tenha participação na solução do tema. A reforma administrativa, encampada pelo deputado Pedro Paulo (PSD-RJ) foi citada.
Integrantes do Legislativo e do Judiciário não tinham escolha: as liminares dos ministros Flavio Dino e Gilmar Mendes devem ser referendadas pelo plenário do STF. Eles determinaram a suspensão do pagamento dos penduricalhos não previstos em lei federal.
Quem estava na sala fez questão de pontuar que o assunto é delicado e é preciso entender o alcance das decisões.
Agora, técnicos do TCU (Tribunal de Contas da União), da Câmara, do Senado e do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) vão discutir como se dará a “regra de transição” para cumprir as decisões do Supremo. Nem mesmo os presidentes dos poderes sabem como isso será feito ainda.
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